
Roland Garros não planeja adotar chamadas eletrônicas de linha
A diretora do French Open, Amelie Mauresmo, afirmou que não há planos imediatos para a introdução de chamadas eletrônicas de linha no torneio. Mauresmo destacou a falta de confiabilidade dessa tecnologia em quadras de saibro.
Em uma declaração recente, Amelie Mauresmo, diretora do French Open, afirmou que as chamadas eletrônicas de linha não são 100% confiáveis em quadras de saibro. Apesar de uma polêmica chamada durante a partida entre Casper Ruud e Joao Fonseca, Mauresmo reafirmou a preferência por árbitros humanos. Ruud, que foi derrotado por Fonseca, viu um ponto crucial ser decidido após um grito de um espectador, mas a tecnologia mostrou que a bola estava fora.
Mauresmo explicou que, com base nas observações feitas em torneios de saibro anteriores, a confiabilidade do sistema eletrônico não é absoluta. "O que observamos nos torneios de saibro é que a confiabilidade deste sistema não é absoluta", disse ela. A diretora também mencionou que Wimbledon já substituiu juízes de linha por tecnologia, tornando o French Open o único Grand Slam sem esse recurso.
Embora a WTA e a ATP tenham adotado decisões geradas por máquinas em eventos de saibro, os organizadores de Grand Slams têm liberdade para decidir. Mauresmo indicou que, até o momento, não houve um feedback significativo que os levasse a considerar a mudança para chamadas eletrônicas. Ela enfatizou a confiança nos oficiais humanos e que uma revisão será feita após o torneio.
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