
Retorno de Napheesa Collier à WNBA deve impactar Minnesota Lynx em 2026
Após cirurgia nos dois tornozelos, Napheesa Collier está liberada para jogar pelo Minnesota Lynx, que lidera a WNBA. Sua volta deve alterar a distribuição de minutos e a dinâmica do time, que conta com a jovem Olivia Miles em destaque.
Napheesa Collier está pronta para fazer sua estreia na temporada 2026 da WNBA após passar por cirurgias nos dois tornozelos e ficar afastada das quadras nas primeiras 10 semanas da competição. O Minnesota Lynx, que possui o melhor recorde da liga, anunciou que Collier foi liberada para atuar na partida contra o Seattle Storm.
Collier vem de uma temporada histórica, na qual se tornou a segunda jogadora na história da WNBA a finalizar com pelo menos 50% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 40% nas bolas de três pontos e 90% nos lances livres. Ela ficou em segundo lugar na votação para MVP pelo segundo ano consecutivo.
Mesmo sem Collier, o Lynx se manteve na liderança da liga, com 21 vitórias e 6 derrotas, dois jogos à frente das Golden State Valkyries e Las Vegas Aces. A equipe conta com a jovem Olivia Miles, segunda escolha do draft, que lidera os novatos em média de pontos (19,6) e assistências (6,0), e é favorita ao prêmio de Rookie of the Year.
A veterana Natasha Howard também tem se destacado, conquistando uma vaga de titular no All-Star junto com Miles. As armadoras Courtney Williams e Kayla McBride têm contribuído para a continuidade do time, que passou por reformulações.
O retorno de Collier deve provocar mudanças na rotação e nos minutos dos jogadores, segundo a treinadora Cheryl Reeve. Ela alertou que os números individuais dos atletas podem diminuir, mas todos continuarão sendo importantes para o time.
A principal preocupação é a readaptação de Collier ao ritmo de jogo após longo período afastada, já que ela não disputa uma partida oficial desde outubro do ano anterior. A treinadora comparou a situação à de um golfista que volta de um longo intervalo, ressaltando que o desempenho inicial pode não ser o esperado, mas isso não diminui o talento da jogadora.
No frontcourt, Natasha Howard e Nia Coffey têm sido pilares do Lynx, com médias de 16,1 pontos e 8,1 rebotes para Howard, e 7,7 pontos e 5,3 rebotes para Coffey. Ambas são experientes e capazes de se adaptar às mudanças que o retorno de Collier trará.
Além disso, o banco conta com Anastasiia Olairi Kosu, Antonia Delaere e Dorka Juhasz, que recentemente voltou de lesão.
A chegada de Collier também deve beneficiar Olivia Miles, que terá a oportunidade de aprender diretamente com uma jogadora de nível MVP durante as partidas. A combinação entre a jovem armadora e a experiente ala promete fortalecer ainda mais o Lynx, que busca o título da temporada.
Collier, Howard, Coffey e Miles formam um núcleo forte que pode levar o Minnesota Lynx a uma campanha ainda mais competitiva na WNBA 2026.
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