
Onda de calor no Aberto da França torna quadras mais rápidas
Jogadores no Aberto da França relatam que as condições atuais em Roland Garros são as mais quentes desde as Olimpíadas de Paris. As temperaturas têm alcançado 33 graus Celsius, afetando o ritmo das partidas.
Os jogadores de tênis no Aberto da França afirmam que não experimentaram condições tão quentes em Roland Garros desde as Olimpíadas de Paris. As temperaturas nos primeiros dias do Grand Slam de saibro chegaram a 33 graus Celsius, muito acima do normal para o final de maio na capital francesa, e a previsão é de que esse calor persista durante toda a primeira semana.
Essas condições não apenas tornam a experiência desconfortável para fãs e jogadores, mas também aceleram o ritmo das partidas. A campeã de quatro títulos do Aberto da França, Iga Swiatek, comentou que as condições atuais são muito diferentes, embora tenha reconhecido que o calor das Olimpíadas também foi intenso. Jogadores têm utilizado sacos de gelo ao redor do pescoço durante as trocas de lado para se refrescar.
Daria Kasatkina, jogadora nascida na Rússia, destacou que as temperaturas extenuantes tornam as partidas mais desafiadoras, exigindo uma adaptação constante. O canadense Gabriel Diallo, por sua vez, se retirou de sua partida devido ao calor extremo.
Enquanto isso, o torneio francês não possui um protocolo rigoroso para calor como o do Australian Open, que permite a suspensão de partidas em condições extremas. No entanto, alguns jogadores, como Alex de Minaur, afirmam que preferem jogar em calor, pois isso permite um estilo de jogo mais agressivo.
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