
Kirby Smart destaca necessidade de Georgia ser mais explosivo para avançar no College Football Playoff
O técnico Kirby Smart reconheceu que o Georgia Bulldogs precisa elevar seu desempenho para superar os desafios do College Football Playoff, buscando mais jogadas explosivas e melhor aproveitamento nos momentos decisivos.
O Georgia Bulldogs, atual bicampeão da SEC, enfrenta o desafio de superar as derrotas apertadas nas quartas de final do College Football Playoff (CFP) nos últimos dois anos. O técnico Kirby Smart afirmou durante o SEC Media Days que a equipe precisa jogar melhor e "jogar maior" nos momentos decisivos do CFP.
Georgia tenta ser o primeiro time em uma década a conquistar três títulos consecutivos da SEC, feito alcançado pela última vez pelo Alabama entre 2014 e 2016. A última vez que Georgia conseguiu essa sequência foi entre 1980 e 1982, com um dos títulos compartilhados.
A equipe retorna com 72% da produção defensiva da temporada anterior, segundo análise de Bill Connelly da ESPN, a segunda melhor da SEC. No ataque, o time conta com o quarterback redshirt senior Gunner Stockton, o promissor running back Nate Frazier e uma linha ofensiva sólida.
Smart destacou que a identidade do time é a resistência física coletiva, sem um jogador estrela que se sobressaia individualmente. "A força do nosso time é o time", afirmou, ressaltando que essa união foi fundamental para os dois títulos da SEC conquistados.
Para conquistar o terceiro título consecutivo, há uma meta clara de aumentar a explosividade ofensiva. Em 2022, Georgia teve apenas duas jogadas de 50 jardas ou mais, um dos piores números do futebol universitário, empatado com Oklahoma State e Washington State. Além disso, apenas 19% das jogadas ofensivas resultaram em ganhos de 10 jardas ou mais, o quarto pior índice da SEC, e a equipe terminou em 50º lugar no total ofensivo.
O centro Drew Bobo afirmou que o objetivo principal para a temporada é tornar o ataque mais explosivo, enquanto o quarterback Stockton enfatizou a importância de cada jogador cumprir seu papel para que as jogadas tenham potencial de explosão.
Smart também criticou o longo intervalo entre o jogo do título da conferência e o início do CFP para times que recebem bye, apontando que nenhuma outra modalidade esportiva para por 25 a 30 dias entre partidas. Ele acredita que esse hiato pode prejudicar o desempenho das equipes nos momentos mais importantes e espera que o formato evolua para manter o ritmo das equipes.
Stockton, por sua vez, declarou que o sonho da equipe é "finalizar o trabalho" no CFP nesta temporada, mostrando o foco do grupo para avançar além das fases anteriores.
Georgia se prepara para a temporada com a missão de manter sua hegemonia na SEC e melhorar seu desempenho no cenário nacional do futebol americano universitário.
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