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Juíza esclarece que ordem de elegibilidade da NCAA não inclui jogadores de futebol americano que assinaram contratos profissionais

Juíza esclarece que ordem de elegibilidade da NCAA não inclui jogadores de futebol americano que assinaram contratos profissionais

A juíza responsável pela decisão que concedeu um ano extra de elegibilidade a alguns atletas universitários esclareceu que a ordem não abrange jogadores de futebol americano que assinaram contratos profissionais neste verão.

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A juíza federal Charlotte Sweeney, que havia concedido o direito a alguns atletas universitários de jogarem mais um ano após o término da elegibilidade na última temporada, emitiu uma nova ordem neste domingo para esclarecer que a decisão não inclui jogadores de futebol americano que assinaram contratos profissionais neste verão e depois mudaram de ideia.

A decisão original, que beneficiava atletas que se formaram no ensino médio em 2022 e que não estavam incluídos na nova regra da NCAA que permite cinco temporadas de elegibilidade para jogadores da Divisão I, permanece válida. No entanto, ela não altera outras regras da NCAA, como a proibição de jogadores que assinam contratos profissionais retornarem ao esporte universitário.

A decisão inicial causou especulações sobre a possibilidade de jogadores que atuam em ligas profissionais, como NFL e CFL, retornarem ao futebol universitário, o que poderia impactar significativamente a próxima temporada. Contudo, o esclarecimento da juíza Sweeney deixou claro que não haverá mudanças nas regras da NCAA relacionadas a atletas profissionais, entrada no portal de transferências ou nos termos do acordo judicial que regula o número de jogadores nos elencos e a remuneração das universidades.

O impacto da decisão varia entre os esportes universitários, já que times de futebol americano já iniciaram os treinos para a temporada, enquanto outras modalidades, como o beisebol, ainda não começaram. As equipes também consideram o recurso da NCAA contra a decisão da juíza e avaliam os riscos de reintegrar jogadores que podem ser declarados inelegíveis caso a decisão seja revertida.

Após a decisão inicial, o presidente da NCAA, Charlie Baker, afirmou que a ordem poderia causar caos e reforçou a necessidade da aprovação do Protect College Sports Act pelo Congresso, projeto que visa proteger a NCAA em disputas judiciais sobre regras de elegibilidade.

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