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Fever evita comentar protesto pró-Sophie Cunningham

Fever evita comentar protesto pró-Sophie Cunningham

O Indiana Fever não respondeu perguntas sobre um protesto em apoio a Sophie Cunningham e suas declarações recentes sobre atletas transgêneros após a vitória sobre o Seattle Storm.

Na noite de terça-feira, o Indiana Fever enfrentou o Seattle Storm na Climate Pledge Arena. Antes da partida, um grupo de algumas dezenas de pessoas realizou um protesto em apoio a Sophie Cunningham, que recentemente expressou apoio a iniciativas que proibiriam atletas transgêneros de competirem em categorias femininas.

O protesto também promovia as iniciativas estaduais 638 e 011, que visam impedir a participação de estudantes transgêneros em esportes femininos nas escolas de Washington. Cunningham foi vaiada pelos torcedores do Storm ao entrar em quadra e ao tentar seus primeiros lances livres.

Após o jogo, nem Sophie Cunningham nem Caitlin Clark estiveram disponíveis para responder perguntas da imprensa sobre o protesto. Kelsey Mitchell, Monique Billings e a técnica Stephanie White atenderam os repórteres. Quando questionada sobre o protesto e os comentários de Cunningham, a organização do Fever afirmou que não tinha conhecimento da manifestação nem contato com os organizadores, ressaltando que o foco da equipe é vencer jogos e conquistar fãs.

A técnica do Seattle Storm, Sonia Raman, comentou que a organização trabalha para garantir que todos se sintam bem-vindos e seguros na arena, destacando que a colaboração com a segurança e o local foi bem-sucedida.

Heather Weiner, porta-voz da coalizão No Hate in Washington State, que se opõe às iniciativas 638 e 011, considerou a experiência fora da arena positiva, destacando a importância da inclusão e do combate ao ódio no estado de Washington.

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