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Ex-assistente técnico da Cal State Bakersfield é condenado a quatro anos de prisão por envolvimento em prostituição e posse de pornografia infantil

Ex-assistente técnico da Cal State Bakersfield é condenado a quatro anos de prisão por envolvimento em prostituição e posse de pornografia infantil

Kevin Mays, ex-assistente técnico de basquete da Cal State Bakersfield, foi condenado a quatro anos de prisão por acusações de prostituição, posse de pornografia infantil e posse de drogas com arma. Ele também será registrado como criminoso sexual pelo resto da vida.

Kevin Mays, ex-assistente técnico de basquete da Cal State Bakersfield, foi sentenciado a quatro anos de prisão após se declarar não contestado em três acusações criminais graves: prostituição, posse de pornografia infantil e posse de drogas enquanto armado.

A sentença foi proferida pela juíza Tiffany Organ-Bowles, que concedeu uma redução de 660 dias na pena, considerando 330 dias por bom comportamento e 330 dias pelo tempo já cumprido em custódia. Além disso, Mays deverá pagar uma indenização ainda não determinada a uma vítima confidencial relacionada ao caso.

Mays, de 33 anos, enfrentaria julgamento após uma decisão judicial em março que considerou haver evidências suficientes para processá-lo. Seu advogado, David Torres, afirmou que o cliente aceitou o acordo para tentar recomeçar a vida e que Mays lamenta profundamente que suas ações tenham prejudicado o programa de basquete da universidade.

A investigação teve início no ano anterior, após uma denúncia anônima enviada ao então técnico Rod Barnes, alegando que Mays estaria traficando uma mulher entre vários estados por meses. Quando foi preso em setembro, Mays enfrentava 11 acusações criminais, incluindo delitos graves e contravenções, e inicialmente negou todas.

Durante o processo, promotores e policiais detalharam a relação entre Mays e a mulher, além da operação de prostituição que abrangia Califórnia, Oregon e Las Vegas. A polícia localizou a mulher por meio de um anúncio online e realizou uma operação para prendê-la em um hotel em Sacramento. Ela inicialmente descreveu Mays como seu "namorado", que custeava despesas de viagens e hospedagens relacionadas ao trabalho sexual.

No que diz respeito à posse de pornografia infantil, um perito forense policial confirmou que 28 vídeos encontrados no celular de Mays mostravam conduta sexual com menor de idade, com registros entre 2022 e 2024.

Além disso, armas e drogas foram encontradas no carro e no apartamento de Mays, conforme depoimentos e relatórios policiais.

A universidade Cal State Bakersfield optou por não comentar o caso à imprensa.

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