
Congo deve isolar equipe por 21 dias para evitar riscos na Copa do Mundo
A seleção do Congo precisa manter um isolamento de 21 dias devido a um surto de Ebola, segundo Andrew Giuliani, diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo. A equipe treina na Bélgica e deve jogar dois amistosos antes do torneio.
A equipe do Congo enfrenta a necessidade de isolar seus jogadores por 21 dias para garantir a entrada nos Estados Unidos para a Copa do Mundo. Andrew Giuliani, diretor da força-tarefa da Casa Branca, destacou a seriedade da situação em relação à saúde pública.
Os jogadores e o técnico francês, Sébastien Desabre, estão atualmente treinando na Bélgica, onde devem realizar dois jogos amistosos. Giuliani enfatizou a importância de manter a integridade do "bubble" da equipe, alertando que qualquer violação pode resultar na proibição de viagem para os EUA.
A Organização Mundial da Saúde declarou o surto de Ebola, conhecido como Bundibugyo, uma emergência de saúde pública internacional. O CDC dos EUA informou que irá proibir a entrada de estrangeiros que estiveram em Congo, Uganda e Sudão do Sul nos últimos 21 dias, com a restrição durando 30 dias.
Na última quarta-feira, a seleção do Congo cancelou um acampamento de preparação e uma despedida para os torcedores na capital, Kinshasa. Os Leopards estão programados para enfrentar a Dinamarca em Liege, na Bélgica, no dia 3 de junho, e o Chile no sul da Espanha em 9 de junho. O primeiro jogo da equipe na Copa do Mundo será contra Portugal em Houston, no dia 17 de junho.
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