
Como as equipes europeias estão tentando enfrentar o calor na Copa do Mundo
As condições climáticas extremas durante a Copa do Mundo deste verão na América do Norte têm gerado preocupações entre as equipes. Especialistas alertam que o calor pode afetar significativamente o desempenho dos jogadores.
O calor impacta imediatamente, surpreendendo até mesmo os mais preparados. Jogadores enfrentam condições que podem levar a uma queda de até 30% no desempenho físico. Em um laboratório na Inglaterra, simulações mostram que cerca de 25% das partidas podem ocorrer em temperaturas acima de 26 graus Celsius, com algumas superando os 28 graus Celsius.
A temperatura do corpo e o estresse térmico são preocupações constantes. A FIFPRO recomenda o adiamento de jogos quando a temperatura WBGT atinge 28 graus Celsius. Especialistas, como Dr. Lindsey Hunt, afirmam que o calor não apenas incomoda, mas altera a fisiologia do jogo, resultando em menos corridas de alta intensidade e um ritmo mais lento.
As equipes têm adotado estratégias para se adaptar, como treinos em climas quentes e monitoramento da temperatura corporal. O treinador da Inglaterra, Thomas Tuchel, destacou a importância de estratégias de resfriamento e preparação científica para lidar com o calor.
Embora as condições climáticas possam influenciar o desempenho, a história mostra que as equipes europeias terão que vencer não apenas seus adversários, mas também o clima para conquistar a Copa do Mundo. Desde 1930, apenas duas seleções europeias venceram fora da Europa, e a última vez que a Copa foi realizada na América do Norte, o Brasil saiu vitorioso.
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