
Clay Holmes, do New York Mets, diz que cirurgia é uma opção após fratura na fíbula, mas improvável
O arremessador Clay Holmes, do New York Mets, comentou sobre a possibilidade de cirurgia após sofrer uma fratura na fíbula direita. Embora a cirurgia não seja a primeira opção, ele não a descarta completamente.
O arremessador dos New York Mets, Clay Holmes, afirmou que a cirurgia para tratar a fratura na fíbula direita é uma opção, mas que provavelmente não será necessária. Holmes mencionou que a equipe médica ainda está reunindo opiniões sobre a gravidade da lesão. A recuperação normalmente leva de quatro a seis semanas, dependendo de como o osso cicatriza.
Holmes sofreu a fratura durante um jogo contra o New York Yankees, quando uma bola rebatida por Spencer Jones atingiu sua perna. Ele relatou que, apesar da dor, conseguiu continuar jogando até perceber que a lesão era mais séria. O técnico Carlos Mendoza afirmou que Holmes não poderá iniciar a progressão de arremessos até que esteja livre de dor e que mais exames de imagem sejam realizados.
A lesão de Holmes se soma à longa lista de contusões dos Mets, que já inclui jogadores como Francisco Lindor e Jorge Polanco. A equipe ainda decidirá quem substituirá Holmes na rotação após o jogo de domingo. Mendoza indicou que as opções incluem mover jogadores do bullpen ou convocar um novo arremessador.
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