
Análise do VAR: PSG não é penalizado por possível mão em jogo contra Bayern
O VAR gerou polêmica em mais uma partida da Champions League, desta vez envolvendo PSG e Bayern de Munique. Decisões controversas marcaram o jogo, especialmente em relação a possíveis penalidades.
O árbitro João Pinheiro e o VAR Marco Di Bello enfrentaram situações complicadas durante o jogo entre PSG e Bayern de Munique. No 29º minuto, o defensor do PSG, Nuno Mendes, foi acusado de uma falta por mão ao interromper um ataque promissor do Bayern. Mendes já tinha um cartão amarelo e, portanto, esperava-se que recebesse um segundo cartão, mas o árbitro decidiu dar falta a favor do PSG, gerando confusão.
Após consultar seu assistente, Pinheiro penalizou o defensor do Bayern, Konrad Laimer, por uma falta de mão na jogada anterior. Contudo, essa decisão não estava sob a jurisdição do VAR, que não pôde intervir ou revisar a situação.
No 31º minuto, o Bayern pediu um pênalti por uma mão do jogador do PSG, João Neves, mas o árbitro não atendeu ao pedido. A regra do jogo estabelece que uma mão não é penalizada se a bola atinge a mão de um jogador após ter sido jogada por um companheiro, a menos que a ação seja deliberada para impedir um gol ou que a bola entre diretamente no gol.
A decisão de não marcar o pênalti foi correta, pois a regra visa evitar que um defensor ganhe vantagem ao usar uma parte ilegal do corpo. Assim, a lógica por trás dessa norma é sólida e evita penalizações injustas em situações como essa.
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