
A jornada de Dennis Dargahi até a seleção do Irã destaca a influência da diáspora na Copa do Mundo
Dennis Dargahi, jogador nascido na Alemanha, conseguiu representar o Irã na Copa do Mundo de 2026 após um complexo processo de cidadania. Sua história reflete como a diáspora impacta o futebol internacional.
A Copa do Mundo de 2026 se tornou um exemplo do poder da diáspora, com quase um quarto dos jogadores nascidos fora do país que representam. Dentre os 1.248 jogadores, 288 (23,07%) qualificam-se por meio de ascendência ou naturalização.
Dennis Dargahi, atacante do Standard Liege, é um caso notável. Nascido na Alemanha, ele tem ascendência iraniana por parte de avô. Após um processo complicado que incluiu testes de DNA e a mudança de sobrenome, Dargahi foi convocado para a seleção do Irã. Ele é sobrinho de Anahita Dargahi, uma famosa atriz iraniana, que ajudou a revelar sua herança iraniana nas redes sociais.
Dargahi, que não fala farsi, expressou sua alegria em representar o Irã e a dificuldade que enfrentou para obter a cidadania. Sua inclusão na seleção foi facilitada pela ausência do atacante Sardar Azmoun, que foi excluído devido a questões políticas. O Irã já teve um empate de 2-2 contra a Nova Zelândia na competição, e a participação de Dargahi é um reflexo da diversidade e complexidade do futebol internacional.
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